quarta-feira, 16 de julho de 2014

Músicas Para a Autoestima

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Ouvindo a nova música de Colbie Caillat, que fala sobre ser bonita sendo você mesma, eu relembrei de várias músicas que passam mensagens parecidas. Músicas que falam sobre ser você mesma, não se importar com o que os outros falam, não esconder quem você é e o que você pensa, músicas que nos fazem sentir melhor em relação a nós mesmos. E, lembrando delas, decidi fazer uma playlist para compartilhar com vocês!

1. Try - Colbie Caillat



2. Little Me - Little Mix





3. Chloe (You're The One That I Want) - Emblem3





4. Who Says - Selena Gomez



5. Roar - Katy Perry






6. F**kin' Perfect - P!nk




7. Beautiful - Christina Aguilera




8. Skyscraper - Demi Lovato




9. Mean - Taylor Swift




10. Perfect - Simple Plan


11. Brave - Sara Bareilles



quarta-feira, 9 de julho de 2014

Sobre o Jogo de Ontem


Ontem a Seleção Brasileira perdeu de 7 à 1 para a Seleção Alemã. Enquanto eu assistia ao jogo, acompanhava os comentários no Facebook. Vi gente apoiando a Alemanha, pessoas envergonhadas, brasileiros admitindo a derrota antes do fim do jogo, tirinhas e comentários humorístico, vi de tudo. No fim do jogo li vários textos em relação à derrota do Brasil. E me inspirei para criar o meu.


          Muitos classificaram esse jogo como uma derrota, eu vejo pelo outro lado, acho que esse jogo nos trouxe algo bom, não ruim.
 Vi muita gente dizendo “Acorda, Brasil!”, muitos comentários, fotos, curtidas, e é exatamente disso que precisamos. Por muito tempo ficamos focados em continuar sendo o País do Futebol e ignoramos os outros lados do país. Há muita gente triste; levamos goleada da Alemanha, nós, o País do Futebol; não nos tornamos hexacampeão esse ano. Talvez devêssemos aproveitar isso para tentar melhorar os outros aspectos do país. Já fomos o País do Futebol, por que não podemos agora ser o País da Educação ou o País da Qualidade de Vida?
Pagamos para construir estádios, mas não para construir hospitais. Vamos acordar! Não precisamos mais de estádios! Enquanto os torcedores se “divertem” nos campos, pessoas morrem na porta de hospitais! “Que esse momento fique para a História como aquele que finalmente acordamos como nação. Que seja hoje que nos demos conta do que somos. Que esta goleada sirva para despertarmos.  Que seja o estopim para a mudança.”
A Alemanha já era ganhadora antes de derrotar o Brasil. Ganhadora no requisito saúde, educação, qualidade de vida, segurança e muitos mais. Já fomos ganhadores no futebol, voltemos nosso foco para os outros aspectos. Sejamos ganhadores de outras maneiras também.
Que o jogo de hoje dê exemplo para as pessoas, tanto as presentes hoje como as que virão! Vitória é somente conseguida com honestidade, trabalhando, dando seu melhor, estudando, tendo disciplina! E é assim que a população de um país deve ser!
Vamos construir um país melhor. Torcer para ele dentro e fora do estádio! Façamos com que a próxima geração que viver aqui ajude a fazer do Brasil um país melhor, para ser motivo de orgulho dentro e fora dos campos. Mas precisamos educar a futura geração para isso. Precisamos começar o trabalho, mostrar como se faz!

“Que hoje, ao menos, se encerre uma era.” E que uma nova e melhorada comece.



*Texto criado no dia do jogo
Frases presentes entre aspas no textos pertencem ao texto aqui.

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Resenha - Trocada

LOVE THESE SERIES


Trocada, o primeiro volume da saga Trylle, conta a história de Wendy Everly, uma garota de dezessete anos aparentemente comum, mas com uma personalidade difícil, como é descrita nos primeiros capítulos do livro. Ela não tem amigos, é teimosa e já foi expulsa várias vezes de escolas, e por isso vive se mudando. É atormentada pela lembrança de seu aniversário de seis anos, quando sua mãe tentou matá-la, acusando-a de ter matado seu verdadeiro filho e de ter pego seu lugar. Após a mãe ir parar em um hospital psiquiátrico, ela passa a viver com o irmão mais velho super protetor e a tia.

Na nova escola a única coisa diferente é o garoto que não deixa de observá-la, Finn Holmes. Ele logo acaba revelando que ela é diferente e foi trocada ao nascer. Explica que sua missão é levá-la para sua "casa", onde mora sua verdadeira família. Após um ataque que sofre, ela concorda e parte para conhecer o lugar onde pertence.


O livro me prendeu bastante no início, me deixando a tarde toda lendo sem parar. Mas perto da metade eu acabei me cansando um pouco. O começo te deixa louco para saber o que Wendy é (coisa que não é revelada nas orelhas nem na contracapa do livro) e o que vai acontecer com ela. Até a parte onde brevemente essas perguntas são reveladas conseguimos ficar bem presos à história. Depois disso, a história começa a ficar parada, com algumas breves explicações e partes desinteressantes.

Um dos pontos que não me agradou no livro foi a protagonista. No começo do livro ela é descrita como teimosa e dá a entender que é briguenta, pois vive sendo expulsa das escolas. Mas no desenrolar do livro não vemos quase nada disso. As partes retratadas na escola não mostram nada que ela fez que seria motivo de uma suspensão ou advertência. E no resto do livro ela parece aceitar (quase) tudo que a dizem, mesmo que não concorde; age como uma perfeita menina, apesar de curiosa, o que é certo, já que não a contam quase nada. Também é descrita como solitária, mas ao ir para "casa" faz várias amizades e muito rápido para alguém que não tinha amigos.

Além disso, ela parece ser bastante bipolar. Nos primeiros capítulos ela adjetiva Finn Holmes de esquito e afirma que não se sente atraída pelo mesmo, mas após poucos capítulos ela se diz apaixonada por ele e vive procurando-o, onde quer que vá. Há também o momento após sua mãe explicar que a trocou no berço de propósito; ela fica com raiva e triste pois os motivos não parecem razoáveis em nenhum momento (pelo menos não para mim e sei que mais gente pensa assim), mas horas depois ela parece nem lembrar-se disso. Ao longo do livro ela descreve a saudade que sente de casa e de sua família, mas, em nhum momento, parece pensar em mandar uma carta para casa explicando tudo ou ir embora.

É dito que ela é muito importante para sua comunidade, mas, mesmo após o ataque que sofreu, não são descritos seguranças que a protegem, exceto Finn, que desaparece em vários momentos da história, e costuma chegar atrasado quando sua proteção é necessária. Além disso, colocar apenas um garoto de vinte e poucos anos como segurança para alguém que, tecnicamente, é muito importante não parece o suficiente, sendo que, mesmo com seu treinamento, poderia encontrar dificuldade em protegê-la se fosse enviado um grande grupo para atacar, não?

O ambiente no qual sua "espécie" vive não agrada muito, não como em várias outras sagas como Harry Potter, onde o leitor sente desejo de visitar. Parece apenas um condomínio rico comum, sem detalhes diferenciados.

Alguns personagens, como Rhys e Tove, dão uma animada na história e costumam ter um certo carinho entre os leitores, mas os demais parecem não ter nada de muito especial.

Acho que podia ser mais bem explorado o universo onde a história se passa. Mesmo com o tema diferenciado das história dos dias de hoje, ainda foi pouco descoberto, sendo que sua espécie só diferencia da nossa em alguns hábitos e em apresentar alguns poderes.

Não foi um livro que me agradou muito, mas ainda vou comprar os próximos dois volumes para descobrir se esse universo será mais bem explicado e se a história apresentará alguma reviravolta surpreendente.

Imagem: We Heart It

domingo, 22 de junho de 2014

Malévola

Maleficent | via Tumblr

Faz tempo que vejo ótimas críticas ao filme Malévola, e ontem eu finalmente fui assisti-lo. Bom, o que eu posso dizer?

Eu adorei o filme! A Disney está se superando cada vez mais e Malévola é a prova disso. Haviam vários adultos na seção que eu fui e quando o filme terminou a sala inteira começou a aplaudir, ou seja, os adultos adoraram o filme. E achei isso bem legal, pois a Disney tinha uma imagem de ter filmes "bobinhos" e para crianças, mas esse foi um filme bem voltado para adultos também, deixando um pouco de lado essa parte "infantil".

Uma coisa que eu adoro na Disney e em seus filmes são as lições que eles nos deixam, e Malévola não poderia estar fora disso. São várias coisas que podemos aprender vendo o filme, algumas aprendemos enquanto estamos assistindo, mas outras percebemos apenas quando paramos para pensar em tudo o que aconteceu naquelas duas horas de filme.

Eu listei algumas lições que o filme passa (PODE CONTER SPOILER!):

1. O problema são as pessoas. Uma coisa que fica bem clara logo no começo do filme é que o problema do mundo são as pessoas. Não as pessoas em si, mas a ganância, o egoísmo, a sede por poder... E eu fiquei muito triste com isso por ser verdade, mas, por outro lado, eu fiquei feliz que deixaram isso bem marcado no filme, pois os filmes da Disney normalmente colocam monstros, bruxos, etc, como vilões e fazem as "pessoas normais" parecerem boas e perfeitas, o que não é verdade.

2. O verdadeiro amor não vem sempre de um homem. Uma coisa que a Disney começou a mostrar nesses últimos anos (a partir de Valente) foi que uma garota não precisa de um príncipe para salvá-la e que o amor não é sempre de um casal. Malévola mostra bastante disso, não vou contar o porquê, mas quem assistiu sabe o motivo.

3. Coisas que dizemos não podem ser retiradas. O filme mostra uma cena onde podemos prestar bem atenção nesse aspecto, de primeira eu não percebi isso, mas navegando pela internet eu achei essa frase e fiquei feliz por perceber quantas lições podemos tirar desse filme. Uma coisa é verdade, o que dizemos pode ser perdoado, mas não esquecido. Às vezes nos esquecemos disso e achamos que desculpas concertam tudo, mas não é bem assim, e podemos ofender alguém mesmo após as desculpas.


O que eu gostei do filme foi que ele nos conta a versão da Malévola, uma vez que o filme original da Disney a retrata com uma vilã perversa. Eu não entendia o porquê dela amaldiçoar um bebê que nunca fez nada. Seria apenas por ter não ter sido convidada para sua celebração? Isso não parece um bom motivo para amaldiçoar alguém. O filme mostra o porquê dela ter virado má e nos dá uma justificativa mais "razoável" para amaldiçoar Aurora.

Todo o filme nos dá uma história mais real sobre a história da Bela Adormecida. Na versão de seu primeiro filme não ficamos sabendo o quê Malévola é, se não me engano chamam-na de bruxa em alguma cena, mas isso fica mal explicado, uma vez que ela tem chifres, mas não um chapéu pontudo e uma verruga no nariz. Outra coisa mal explicada é sua relação com os pais de Aurora, eles tinham algum passado?; se conheciam?; Malévola explica todos esses detalhes e ainda mostra que vilões não decidem ser maus por razão nenhuma e que, mesmo sendo maus, eles ainda tem sentimentos e conseguem perceber que se enganam também.

Eu realmente recomendo o filme para qualquer um, homem ou mulher, adulto ou criança, para que cada vez mais pessoas passem a entender um pouco mais da vida. Acho que Malévola será um daqueles filmes que a cada vez que assistimos aprendemos algo novo e agradeço muito à Disney por isso. Além disso, o filme tem várias cenas engraçadas e bonitas, que não mostram apenas os problemas e a crueldade do mundo, e isso anima um pouco o filme.

Por último, deixo uma das frases mais marcantes do filme...


segunda-feira, 16 de junho de 2014

Primeiro Teaser de Delírio

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Nessa sexta foi lançado o primeiro trailer oficial da série Delírio, que terá seu primeiro episódio no ar dia 20 desse mês. A série é baseada na saga de mesmo nome de Lauren Oliver. 

Acho que não comentei com vocês, mas eu já li os dois primeiros livros da saga (o terceiro foi lançado apenas mês passado no Brasil) e adorei! Fiquei sabendo que ia virar série e fiquei muito animada, apesar de ficar sabendo que haverá mudanças que eu não esperava, como a mudança de Julian (personagem que aparece no segundo livro).

Para quem ainda não leu o livro, a sinopse é a seguinte:

Muito tempo atrás, não se sabia que o amor é a pior de todas as doenças. Uma vez instalado na corrente sanguínea, não há como contê-lo. Agora a realidade é outra. A ciência já é capaz de erradicá-lo, e o governo obriga que todos os cidadãos sejam curados ao completar dezoito anos. Lena Haloway está entre os jovens que esperam ansiosamente esse dia. Viver sem a doença é viver sem dor: sem arrebatamento, sem euforia, com tranquilidade e segurança. Depois de curada, ela será encaminhada pelo governo para uma faculdade e um marido lhe será designado. Ela nunca mais precisará se preocupar com o passado que assombra sua família. Lena tem plena confiança de que as imposições das autoridades, como a intervenção cirúrgica, o toque de recolher e as patrulhas-surpresa pela cidade, existem para proteger as pessoas. Faltando apenas algumas semanas para o tratamento, porém, o impensado acontece: Lena se apaixona. Os sintomas são bastante conhecidos, não há como se enganar — mas, depois de experimentá-los, ela ainda escolheria a cura?.


Eu estou muito ansiosa para o lançamento do episódio piloto e espero que a série seja muito boa, não precisamente fiel ao livro (cá entre nós, quando se baseia uma série num livro fica difícil ser fiel. Prova disso são as séries Pretty Little Liars e The Vampire Diaries, assim como muitas outras). Os atores parecem muito bons e esperamos que interpretem ótimos personagens!
Alguém aqui já leu Delírio?

Fonte: Sobre Sagas

domingo, 8 de junho de 2014

Resenha - A Culpa é das Estrelas (Filme)

Untitled

Faz um tempo desde que li A Culpa é das Estrelas, até falei sobre o livro aqui, e hoje fui assistir o filme que acabou de estrear nos cinemas. Eu não sou uma grande fã do livro, não achei tão bom quanto as pessoas falaram, mas mesmo assim achei a história super bonitinha e fiquei com vontade de ver o filme, apesar de não estar tão desesperada como algumas meninas que conheço.

Primeiramente quero dizer que adorei as escolhas dos atores. Quando vi que o Ansel ia fazer o Gus não fiquei muito animada, não era nada parecido com o que eu tinha imaginado, mas tenho dizer que adorei a forma que ele deu vida à Augustos e até preferi o Gus do filme do que o do livro. Eu não apostava muito na Shailene, mas tenho que dizer que também adorei ela como a Hazel, foi bem parecido com o que eu imaginava.

Eu achei o filme muito bom, foi bem fiel ao livro. No livro tem várias partes repetitivas, meio cansativas, mas no filme essas partes foram encurtadas, apesar de não cortadas, o que deixa o filme mais interessante e menos tedioso. São várias cenas engraçadas que fizeram o cinema todo rir, e isso foi legal porque um filme que é triste e dramático, apesar de romântico, fica mais real e bonito.

Eu chorei, não tanto, mas mais do que pensei que choraria. Acho que pelo livro ser mais detalhado é mais fácil chorar lendo do que assistindo ao filme, na verdade, acho que chorei mais por lembrar do livro do que pelas cenas do filme em si.

A conclusão é: ASSITA AO FILME "A CULPA É DAS ESTRELAS"! Mas, se você ainda não leu o livro, primeiro leia, pois assim você tem uma ideia melhor de toda a história e sobre cada personagem, te conectando mais nesse mundo.

Imagem: We Heart It

domingo, 1 de junho de 2014

5 Seconds of Summer

Talvez vocês já tenham ouvido falar sobre 5 Seconds of Summer... ou talvez não. De qualquer jeito, não é o nome de um seriado (o que eu pensava ser inicialmente) ou de uma tag do Facebook. 5 Seconds of Summer é uma banda australiana. As directioners devem conhecê-los por terem aberto grande parte dos shows do Where We Are Tour (infelizmente eles não vieram para o Brasil).

Na ordem: Calum, Luke, Ashton e Michael (em frente à Calum)

A banda é composta por quatro integrantes, Luke Hemmings (vocal e guitarra), Calum Hood (vocal e baixo), Michael Clifford (guitarra) e Ashton Irwin (bateria). Na verdade, todos cantam, mas Luke e Calum são os vocais principais, os outros cantam em algumas músicas e em algumas partes.

Você já deve ter se pego cantando "She looks so perfect standing there; In my American Apparel underwear; And I know now, that I'm so down". Sim, essa música é do 5SOS. Na verdade, é a música do primeiro videoclipe deles lançado pela VEVO.

A banda não faz tanto sucesso ainda, mas já tem seis videoclipes oficiais, sendo dois lançados pela VEVO, She Looks So Perfect e Don't Stop. 



A banda muitas vezes é comparada com One Direction pelo fato de terem estilo musical parecido (apesar de, em minha opinião, 5SOS ser um pouco mais puxado do que o 1D para o rock do pop rock) e pelo fato de os dois grupos serem formados inteiramente por garotos. Mas também há várias diferenças, uma dela é que no 5 Seconds of Summer todos os integrantes tocam instrumentos em todas as músicas.

Apesar das comparações, eu gosto mais de 5SOS do que do One Direction, mas os dois são incríveis e não há problema nenhum em ser fã de ambos.

Você já ouviram alguma música deles? Gostam? COMENTEM!


sexta-feira, 23 de maio de 2014

Inspirações da Disney

Gif

Você pode até achar que filmes da Disney são coisas de criança e tudo mais, mas não há dúvida que através deles aprendemos várias coisas.

Hoje, navegando por blogs, achei um especial da Disney (clique aqui) e continha várias fotos de frases inspiradoras que passam durante os filmes. Selecionei as que mais me agradaram e... aqui estão elas:



"Até milagres demoram um pouco de tempo" -Cinderela

Disney Style Weekly Affirmation from Aladdin

"Como várias outras coisas, não é o que está no exterior, mas dentro, que conta" -Alladin

Mulan, the flower that blooms in adversity

"A flor que desabrocha na adversidade é a mais rara e bonita de todas." -Mulan

Quote from Beauty and the Beast

"Ela o alertou para não ser enganado pelas aparências, pois a beleza é encontrada dentro." - A Bela e a Fera

Weekly Disney Style Affirmation from Tangled

"Viva seu sonho" -Enrolados

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"Só porque eu não posso ver não significa que não posso acreditar." -O Estranho Mundo de Jack

Nothing's Impossible from Alice in Wonderland

"Não, impassível. Nada é impossível." -Alice no País das Maravilhas

Our Fate Lives Within Us

"Nosso destino vive conosco, você só tem que ser corajoso o suficiente para ver." -Velente

Always let your conscience be your guide

"Sempre deixe sua consciência ser seu guia." - Pinóquio

Let It Go

E por fim... o clássico Let it Go ("Deixe ir") - Frozen

domingo, 18 de maio de 2014

Novas Versões de Velhos Clássicos

Depois do teaser do próximo filme da Disney, Cinderela, a versão com personagens reais, fiquei em clima de princesas e separei os filmes da Disney que ganharam versões com atores de carne e osso.

Branca de Neve


Espelho, Espelho Meu, a versão com Lily Collins, é bem colorido e alegre. Nessa versão, após ser deixada na floresta pelo braço direito da Rainha, que foi incapaz de matá-la, Branca de Neve vai morar com os sete anões, que são, na verdade, ladrões, e passa a aprender a ser uma também. A história é bem bonitinha, os anões são todos engraçadinhos, o braço direito da Rainha é todo desajeitado, e Lily Collins interpreta uma ótima Branca de Neve, meiga, inocente e gentil.


Outra versão do clássico, que foi lançado quase na mesma época que Espelho, Espelhou Meu, é Branca de Neve e o Caçador. Essa versão é mais sombria, vamos dizer. Branca de Neve está presa, e a Rainha continua obcecada por ser a mais bonita, e ela consegue isso sugando a beleza das pessoas, literalmente. Mas, antes da Rainha conseguir sugar sua beleza, Branca de Neve consegue fugir. E, como na história original, um caçador é contratado para caçá-la, mas agora ele não pode matá-la. O caçador acaba ajudando-a a fugir e eles precisam achar um jeito de derrotar a Rainha.

Cinderela


A Nova Cinderela, com Hillary Duff, já não é uma versão tão nova, mas é a melhor. Samanta é uma estudante do ensino médio que vive com sua madrasta "malvada" e suas duas irmãs, que, vamos falar a verdade, são duas bobas. Seu sonho é passar em uma universidade e ir embora, mas enquanto isso não acontece, ela trabalha como garçonete na lanchonete de seu falecido pai, que agora pertence a sua madrasta. Sam conhece um garoto pela internet que pensa como ela, e os dois se conversam o tempo todo, mas a única coisa que sabem um do outro é que estudam na mesma escola. Quando chega o baile da escola, eles combinam de se encontrar para descobrir quem são. Samanta acaba descobrindo que o garoto é na verdade o menino mais popular da escola, mas antes de revelar quem é, ela foge, com medo de ser descoberta fora do trabalho pela madrasta. O menino fica desesperado para descobrir quem é a Cinderela (apelido pelo qual passou a ser chamada), mas ele tem uma coisa que pode ajudá-lo, ela deixou seu celular cair quando foi embora.


Outro Conto da Nova Cinderela, é a versão com Selena Gomez. Mary é uma menina que sonha em ser dançarina e ir para uma universidade de dança. Ela vive para fazer tudo que suas meia-irmãs e sua madrasta pedem e, apesar de serem ricas, vive em um quartinho nos fundos da casa. Um dia, Joey Parker, volta a sua cidade natal após sua turnê terminar e passa a estudar na mesma escola que Mary. No dia do baile Preto & Branco, ela acaba indo sem querer com um vestido vermelho e chama a atenção de todos, principalmente do cantor. Os dois acabam dançando, mas ela tem de voltar para casa antes de sua madrasta. Ao sair, ela deixa seu iPod cair e Joey acaba com ele em mãos. Agora ele fará de tudo para saber quem é a menina.



Para Sempre Cinderela é a versão de época do conto. Na antiga França, Danielle é uma criada na casa de sua madrasta. Após a morte do pai, a casa fica com sua segunda esposa, que nunca gostou da garota. Ela tem o sonho de recuperar a propriedade e pretende fazer isso se o plano de sua madrasta der certo: fazer com que sua primogênita case-se com o Príncipe da França. Porém ela acaba tendo um encontro inesperado com o Príncipe e ele fica louco para saber quem era a garota tão sábia que havia visto.

A Bela Adormecida


Ainda não foi lançado, mas a nova versão de A Bela Adormecida contará toda a história pelo ponto de vista da vilã Malévola. Nessa versão ela era uma bela jovem, um ser humilde e pronta para ajudar os demais, nascida e criada em um reino pacífico na floresta. A paz é atormentada com a chegada de um exército de humanos que invade e ameaça a harmonia do território. Malévola é vista como a feroz protetora do reino, mas que acaba sendo traída. O ato de traição que desencadeia o sentimento de frieza e maldade na antiga protetora de seu reino. Após uma grande batalha com o rei do exército opressor, Malévola lança uma maldição em sua filha recém-nascida, Aurora. Com o desenrolar do tempo, a vilã percebe que Aurora pode ser a chave de muitos mistérios.

A Bela e a Fera


Nessa versão, a Fera era um garoto lindo e popular que se achava o máximo, o melhor. Depois de várias chances dadas para melhorar sua atitude e todas ignoradas, ele é transformado em uma versão "diferente" dele mesmo. O objetivo é fazer alguém se apaixonar por ele em um ano, mesmo com sua aparência nova.

sexta-feira, 9 de maio de 2014

A Arrogância Segundo os Medíocres

by the car

“Adorei o seu sapato”, disse uma amiga para mim certa vez.
“Legal, né? Eu comprei em uma feira de artesanato na Colômbia, achei super legal também”, eu respondi, de fato empolgada porque eu também adorava o sapato. Foi o suficiente para causar reticências  quase visíveis nela e no namorado e, se não fosse chato demais, eles teriam dado uma risadinha e rolariam os olhos um para o outro, como quem diz “que metida”. Mas para meia-entendedora que sou, o “ah…” que ela respondeu bastou.
Incrível é que posso afirmar com toda convicção que, se tivesse comprado aquele sapato em um camelô da 25 de março, eu responderia com a mesma empolgação “Legal, né? Achei lá na 25!”. Só que aí sim eu teria uma reação positiva, porque comprar na 25 “pode”.
Experiências como essa fazem com que eu mantenha minhas viagens em 13 países, minha fluência em francês e meus conhecimentos sobre temas do meu interesse (linguística, mitologia, gastronomia etc) praticamente para mim mesma e, em doses homeopáticas, comente entre meu restrito círculo familiar e de amigos (aquele que a gente conta nos dedos das mãos).
Essa censura intelectual me deixa irritada. Isso porque a mediocridade faz com que muitos torçam o nariz para tudo aquilo que não conhecem, mas que socialmente é considerado algo de um nível de cultura e poder aquisitivo superior. E assim você vira um arrogante. Te repudiam pelo simples fato de você mencionar algo que tem uma tarja invisível de “coisa de gente fresca”.
Não importa que ele pague R$ 30 mil em um carro zero, enquanto você dirige um carro de mais 15 anos e viaja durante um mês a cada dois anos para o exterior gastando R$ 5 mil (dinheiro que você, que não quer um carro zero, juntou com o seu trabalho enquanto ele pagava parcelas de mil reais ao mês). Não importa que você conheça uma palavra em outra língua que expressa muito melhor o que você quer falar. Você não pode mencioná-la de jeito nenhum! Mas ele escreve errado o português, troca “c” por “ç”, “s” por “z” e tudo bem.
Não pode falar que não gosta de novela ou de Big Brother, senão você é chato. Não pode fazer referência a livro nenhum, ou falar que foi em um concerto de música clássica, ou você é esnobe. Não ouso sequer mencionar meus amigos estrangeiros, correndo o risco de apedrejamento.
Pagar R$200 em uma aula de francês não pode. Mas pagar mais em uma academia, sem problemas. Se eu como aspargos e queijo brie, sou “chique”. Mas se gasto os mesmos R$ 20 (que compra os dois ingredientes citados) em um lanche do Mc Donald’s, aí tudo bem. Se desembolso R$100 em uma roupa ou acessório que gosto muito, sou uma riquinha consumista. Mas gastar R$100 no salão de cabeleireiro do bairro pra ter alguém refazendo sua chapinha é considerado normal. Gastar de R$30 a R$50 em vinho (seco, ainda por cima) é um absurdo. Mas R$80 em um abadá, ou em cerveja ruim na balada, ou em uma festa open bar… Tranquilo!
Meu ponto é que as pessoas que mais exercem essa censura intelectual têm acesso às mesmas coisas que eu, mas escolhem outro estilo de vida. Que pode ser até mais caro do que o meu, mas que não tem a pecha de coisa de gente arrogante.
O dicionário Aulete define a palavra “arrogância” da seguinte forma:
1. Ação ou resultado de atribui a si mesmo prerrogativa(s), direito(s), qualidade(s) etc.
2. Qualidade de arrogante, de quem se pretende superior ou melhor e o manifesta em atitudes de desprezo aos outros, de empáfia, de insolência etc.
3. Atitude, comportamento prepotente de quem se considera superior em relação aos outros; INSOLÊNCIA: “…e atirou-lhe com arrogância o troco sobre o balcão.” (José de Alencar, A viuvinha))
4. Ação desrespeitosa, que revela empáfia, insolência, desrespeito: Suas arrogâncias ultrapassam todo limite.
Pois bem. Ser arrogante é, então, atribuir-se qualidades que fazem com que você se ache superior aos outros. Mas a grande questão é que em nenhum momento coloco que meus interesses por línguas estrangeiras, viagens, design, gastronomia e cultura alternativa são mais relevantes do que outros. Ou pior: que me fazem alguém melhor que os outros. São os outros que se colocam abaixo de mim por não ter os mesmos interesses, tachar esses interesses de “coisa de grã-fino” (sim, ainda usam esse termo) e achar que vivem em um universo dos “pobres legais”, ainda que tenham o mesmo salário que eu. E o pior é que vivem, mesmo: no universo da pobreza de espírito.

Encontrado em: Ansiamente
Imagem: We Heart It