quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Sorteio: livro A Seleção autografado


Primeiramente gostaria de me desculpar pelo meu sumiço. Essa semana foi muito agitada com a Bienal, o aniversário do meu irmão e as provas da escola, mas agora eu estou de volta e com uma surpresa para vocês (apesar de deixar de ser surpresa no momento que eu a inseri no título da postagem).
 
Como eu mencionei no parágrafo anterior, sábado eu fui na Bienal do livro para tentar conseguir autógrafos da Cassandra Clare (autora de Os Intrumentos Mortais e As Peças Infernais) e da Kiera Cass (autora d'A Seleção) e, após muito sofrimento e horas de filas, eu finalmente consegui os dois! Infelizmente, como vocês devem ter ouvido, a distribuição de senhas para autógrafos da Cassandra foi uma bagunça, muito desorganizado e cheio, mas, muito felizmente, eu consegui a minha senha. Porém, como eles deram muito mais senhas do que tinham combinado, ao invés de dois autógrafos e uma foto com a Cassandra, passou a ser permitido apenas um autógrafo. Então, infelizmente, eu não consegui um livro autografado para sortear no blog. ):
 
Porém, os autógrafos da Kiera foram calmos e organizados, e eu consegui pegar dois autógrafos, então vou sortear um deles aqui!
 
 
Para participar é só seguir as regras a seguir e pronto! Você estará concorrendo a um exemplar de A Seleção autografado pela Kiera Cass!
 
Regras:

 • compartilhar a foto do sorteio (disponível aqui) no Facebook e em modo público;
• marcar cinco (5) amigos nos comentários da foto (mesma foto a ser compartilhada);

• curtir a página do Facebook (aqui);
• seguir o blog (aqui);

• clicar em "participar" aqui.

ATENÇÃO: promoção válida apenas para residentes brasileiros. Os participantes que não seguirem todas as regras serão desclassificados. O sorteado deverá entrar em contato com o blog em cinco dias após o sorteio para confirmar o endereço de entrega. Caso contrário, sortearemos outro participante.

Sorteio dia 19/09 (sexta-feira)

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

12 motivos para você assistir ao filme O Doador de Memórias nos cinemas

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1 - A primeira distopia (Percursor do gênero Young adult)
O livro “O Doador de Memórias” foi uma das primeiras distopias. Um novo mundo foi criado, opressão, jogos de poder e temas familiares foram apresentados às pessoas que não conheciam o gênero. O livro é o grande precursor de todos os outros direcionados aos jovens-adultos, onde as distopias ganham vida.

2. Meryl Streep como vilã
A atriz que mais concorreu ao Oscar na história da cerimônia, Meryl Streep, está no elenco de O Doador de Memórias. Ela interpreta a chefe dos anciões e precisa fazer com que a comunidade siga as regras, para que a comunidade continue prosperando. Quando percebe que Jonas está querendo se rebelar, avisa que ele pode ser um perigo e envia Asher para acabar com a ameaça que Jonas pode transmitir para a comunidade.

3. Brenton Thwaites é um ator promissor
O ator de 24 anos, com cara de 16, está conquistando Hollywood. Brenton nasceu na Austrália e depois de formar na escola começou a atuar. Teve dois grandes papéis em séries australianas (Slide e Home and Away) e agora conquistou papéis em grandes produções contracenando com atores como Angelina Jolie, Ewan Mcgregor, Helen Hunt, Gerard Butler e agora com Meryl Streep e Jeff Bridges.

4. Elenco incrível
O elenco de O Doador de Memórias é dar inveja em muitas superproduções do cinema. O filme, além de trabalhar com atores promissores (Brenton Thwaites, Cameron Monaghan e Odeya Rush), conta com dois indicados ao Oscar (Meryl Streep e Jeff Bridges), o astro da série True Blood (Alexander Skarsgård), a atriz Katie Holmes e a ganhadora do Grammy, Taylor Swift.

5. Apresenta experiências importantes e fundamentais na vida
Você consegue imaginar sua vida sem sentimentos? Sem saber de todo o passado? Sem entender o que é uma amizade ou família? Na verdade, ninguém dentro da comunidade pode entender o que é isso. Somente o Doador e agora Jonas, ele vai conseguir sentir, ver e viver coisas que ninguém nunca sentiu e isso será a experiência mais importante de sua vida.

6. Músicas da trilha sonora
A trilha sonora do filme O Doador de Memórias conta com grandes nomes da música mundial. Pra começar, já foi lançado o clipe e o lyric vídeo da música "Ordinary Human", do OneRepublic (https://www.youtube.com/watch?v=5vFseBbkUHc). Os americanos ainda colaboraram com "I Lived", que também faz parte da trilha do filme. Já dupla pop, Capital Cities escreveu a música One Minute More, que também já foi lançada. Nomes como Tori Kelly, Jake Bugg e Bruno Major completam a trilha sonora, já disponível no iTunes, que segue o ritmo do filme “feel good” do filme.

7. Livro de muito sucesso
Lois Lowry já havia escrito um livro de muito sucesso, mas o reconhecimento veio com a história de “O Doador de Memórias”, lançado em 1993. Ele arrecadou mais de cinco prêmios importantes para a literatura, como a medalha de Newbery. O livro é tão importante que é obrigatório nas escolas americanas e rendeu mais de R$10 milhões de dólares.

8. A história nos faz sentir bem
Todo o conceito por trás da história é uma vida sem escolha e conhecimento. Mas em sua forma o filme te dá uma sensação boa, de alguém que corre atrás do que acredita. As memórias que Jonas começa a conhecer e sentir são lindas. E essas memórias são memórias que nos vivemos, como parte daqueles vídeos que nos emocionamos ao ver na internet.

9. Mostra que vale a pena você lutar pelo que acredita (você pode fazer a diferença)
A sociedade foi construída para nunca duvidar dos poderes e leis que são aplicadas e a vida sempre foi assim. Mas nunca devemos acreditar que não podemos fazer a diferença. Nossa própria capacidade é suficiente para acreditar e quando todos acreditam, é a hora de mudar. Esse é o pensamento de Jonas, ele pode fazer a diferença.

10. Mostra que cada indivíduo tem um papel importante na sociedade
A sociedade permitiu que somente uma pessoa soubesse de toda a história do mundo e a partir disso tudo foi mudado, incluindo todas as questões sociológicas de uma comunidade. Cada pessoa tem sua importância, não importa o gênero e a idade, cada um constitui a comunidade com sua função. Todas as pessoas são regradas e todas tem seu papel a cumprir.

11. Devemos conservar as amizades
Mesmo sua vida sendo inteira observada, algumas pessoas conseguem manter amizades verdadeiras.  Entre regras e submissões a amizade pode fazer você aflorar sensações, é nos amigos que podemos confiar e contar. Esse laço de amizade é apresentando em O Doador de Memórias, tanto entre Jonas e Fiona, quanto entre Jonas e Asher.

12. Diretor premiado
Phillip Noyce foi indicado a mais de 20 premiações de cinema e conta com títulos como "Colecionador de Ossos", "Salt" e ainda episódios da série Revenge. O diretor já está acostumado a trabalhar com grandes nomes do filme, pois já dirigiu Angelina Jolie, Harrison Ford, Denzel Washington e agora trabalha com a atriz mais indicada ao Oscar na história do cinema, Meryl Streep.

O filme estreia dia 11 de setembro. | Texto: Paris Filmes 

domingo, 3 de agosto de 2014

3 Filmes/Séries que Nos Ensinam a Cuidar Melhor de Nosso Planeta

earth - Pesquisa Google
We Heart It

Um dia desses eu parei para contar quantos filmes/séries eu já tinha visto que contavam sobre a nossa vida no futuro e acabei percebendo serem mais do que eu esperava. Então resolvi colocá-los aqui, pois acho muito importante assisti-los, para aprender a cuidar melhor da Terra e refletir sobre as consequências que nossas ações gerarão no futuro. Sei que parece fala de professor, mas garanto que vale a pena assistir e pensar sobre isso.

1. Depois da Terra (FILME)


Sinopse: Há 1000 anos, um cataclismo tornou a Terra um lugar hostil e forçou os humanos a se abrigarem no planeta Nova Prime, morando em naves espaciais. Depois de uma missão, o general Cypher Raige (Will Smith) retorna à sua família e ao filho de treze anos de idade (Jaden Smith). Mas pouco tempo após seu retorno, uma chuva de asteroides faz com que a nave onde moram caia na Terra. Com o pai correndo risco de morte, o jovem adolescente deverá aprender sozinho a domar este planeta, encontrando água, comida e cuidando de seu pai.

2. The 100 (SÉRIE)


Sinopse: A série se passa 97 anos após uma guerra nuclear devastadora. Os únicos sobreviventes eram residentes de doze (a 13º explodiu) estações espaciais em órbita da Terra (Canadá, China, Reino Unido, Estados Unidos, Austrália, Brasil, Japão, França, Rússia, Índia, Venezuela e Alemanha). As estações espaciais se uniram para formar uma enorme chamada ARCA. Os recursos são escassos e todos os crimes cometidos por maiores de idades são puníveis com a morte, enquanto os menores de idade são presos. 100 moradores jovens, condenados por crimes relativamente pequenos são agora considerados "dispensáveis​​" e são enviados em uma missão para testar se a superfície da Terra se tornou novamente habitável. Mas ao chegarem lá, percebem que a radiação não é o único problema, e precisam aprender a conviver juntos, enfrentando as dificuldades.

3. Wall-E (FILME)



Sinopse: Após entulhar a Terra de lixo e poluir a atmosfera com gases tóxicos, a humanidade deixou o planeta e passou a viver em uma gigantesca nave. O plano era que o retiro durasse alguns poucos anos, com robôs sendo deixados para limpar o planeta. Wall-E é o último destes robôs, que se mantém em funcionamento graças ao auto-conserto de suas peças. Sua vida consiste em compactar o lixo existente no planeta, que forma torres maiores que arranha-céus, e colecionar objetos curiosos que encontra ao realizar seu trabalho. Até que um dia surge repentinamente uma nave, que traz um novo e moderno robô: Eva. A princípio curioso, Wall-E logo se apaixona pela recém-chegada.

Esses são os filmes/séries de que me lembro. Ainda ouvi falar de uma saga de livros (Através do Universo) que também tem esse mesmo gênero/tema. Se vocês souberem de mais algum filme comente!


quinta-feira, 24 de julho de 2014

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Músicas Para a Autoestima

♡

Ouvindo a nova música de Colbie Caillat, que fala sobre ser bonita sendo você mesma, eu relembrei de várias músicas que passam mensagens parecidas. Músicas que falam sobre ser você mesma, não se importar com o que os outros falam, não esconder quem você é e o que você pensa, músicas que nos fazem sentir melhor em relação a nós mesmos. E, lembrando delas, decidi fazer uma playlist para compartilhar com vocês!

1. Try - Colbie Caillat



2. Little Me - Little Mix





3. Chloe (You're The One That I Want) - Emblem3





4. Who Says - Selena Gomez



5. Roar - Katy Perry






6. F**kin' Perfect - P!nk




7. Beautiful - Christina Aguilera




8. Skyscraper - Demi Lovato




9. Mean - Taylor Swift




10. Perfect - Simple Plan


11. Brave - Sara Bareilles



quarta-feira, 9 de julho de 2014

Sobre o Jogo de Ontem


Ontem a Seleção Brasileira perdeu de 7 à 1 para a Seleção Alemã. Enquanto eu assistia ao jogo, acompanhava os comentários no Facebook. Vi gente apoiando a Alemanha, pessoas envergonhadas, brasileiros admitindo a derrota antes do fim do jogo, tirinhas e comentários humorístico, vi de tudo. No fim do jogo li vários textos em relação à derrota do Brasil. E me inspirei para criar o meu.


          Muitos classificaram esse jogo como uma derrota, eu vejo pelo outro lado, acho que esse jogo nos trouxe algo bom, não ruim.
 Vi muita gente dizendo “Acorda, Brasil!”, muitos comentários, fotos, curtidas, e é exatamente disso que precisamos. Por muito tempo ficamos focados em continuar sendo o País do Futebol e ignoramos os outros lados do país. Há muita gente triste; levamos goleada da Alemanha, nós, o País do Futebol; não nos tornamos hexacampeão esse ano. Talvez devêssemos aproveitar isso para tentar melhorar os outros aspectos do país. Já fomos o País do Futebol, por que não podemos agora ser o País da Educação ou o País da Qualidade de Vida?
Pagamos para construir estádios, mas não para construir hospitais. Vamos acordar! Não precisamos mais de estádios! Enquanto os torcedores se “divertem” nos campos, pessoas morrem na porta de hospitais! “Que esse momento fique para a História como aquele que finalmente acordamos como nação. Que seja hoje que nos demos conta do que somos. Que esta goleada sirva para despertarmos.  Que seja o estopim para a mudança.”
A Alemanha já era ganhadora antes de derrotar o Brasil. Ganhadora no requisito saúde, educação, qualidade de vida, segurança e muitos mais. Já fomos ganhadores no futebol, voltemos nosso foco para os outros aspectos. Sejamos ganhadores de outras maneiras também.
Que o jogo de hoje dê exemplo para as pessoas, tanto as presentes hoje como as que virão! Vitória é somente conseguida com honestidade, trabalhando, dando seu melhor, estudando, tendo disciplina! E é assim que a população de um país deve ser!
Vamos construir um país melhor. Torcer para ele dentro e fora do estádio! Façamos com que a próxima geração que viver aqui ajude a fazer do Brasil um país melhor, para ser motivo de orgulho dentro e fora dos campos. Mas precisamos educar a futura geração para isso. Precisamos começar o trabalho, mostrar como se faz!

“Que hoje, ao menos, se encerre uma era.” E que uma nova e melhorada comece.



*Texto criado no dia do jogo
Frases presentes entre aspas no textos pertencem ao texto aqui.

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Resenha - Trocada

LOVE THESE SERIES


Trocada, o primeiro volume da saga Trylle, conta a história de Wendy Everly, uma garota de dezessete anos aparentemente comum, mas com uma personalidade difícil, como é descrita nos primeiros capítulos do livro. Ela não tem amigos, é teimosa e já foi expulsa várias vezes de escolas, e por isso vive se mudando. É atormentada pela lembrança de seu aniversário de seis anos, quando sua mãe tentou matá-la, acusando-a de ter matado seu verdadeiro filho e de ter pego seu lugar. Após a mãe ir parar em um hospital psiquiátrico, ela passa a viver com o irmão mais velho super protetor e a tia.

Na nova escola a única coisa diferente é o garoto que não deixa de observá-la, Finn Holmes. Ele logo acaba revelando que ela é diferente e foi trocada ao nascer. Explica que sua missão é levá-la para sua "casa", onde mora sua verdadeira família. Após um ataque que sofre, ela concorda e parte para conhecer o lugar onde pertence.


O livro me prendeu bastante no início, me deixando a tarde toda lendo sem parar. Mas perto da metade eu acabei me cansando um pouco. O começo te deixa louco para saber o que Wendy é (coisa que não é revelada nas orelhas nem na contracapa do livro) e o que vai acontecer com ela. Até a parte onde brevemente essas perguntas são reveladas conseguimos ficar bem presos à história. Depois disso, a história começa a ficar parada, com algumas breves explicações e partes desinteressantes.

Um dos pontos que não me agradou no livro foi a protagonista. No começo do livro ela é descrita como teimosa e dá a entender que é briguenta, pois vive sendo expulsa das escolas. Mas no desenrolar do livro não vemos quase nada disso. As partes retratadas na escola não mostram nada que ela fez que seria motivo de uma suspensão ou advertência. E no resto do livro ela parece aceitar (quase) tudo que a dizem, mesmo que não concorde; age como uma perfeita menina, apesar de curiosa, o que é certo, já que não a contam quase nada. Também é descrita como solitária, mas ao ir para "casa" faz várias amizades e muito rápido para alguém que não tinha amigos.

Além disso, ela parece ser bastante bipolar. Nos primeiros capítulos ela adjetiva Finn Holmes de esquito e afirma que não se sente atraída pelo mesmo, mas após poucos capítulos ela se diz apaixonada por ele e vive procurando-o, onde quer que vá. Há também o momento após sua mãe explicar que a trocou no berço de propósito; ela fica com raiva e triste pois os motivos não parecem razoáveis em nenhum momento (pelo menos não para mim e sei que mais gente pensa assim), mas horas depois ela parece nem lembrar-se disso. Ao longo do livro ela descreve a saudade que sente de casa e de sua família, mas, em nhum momento, parece pensar em mandar uma carta para casa explicando tudo ou ir embora.

É dito que ela é muito importante para sua comunidade, mas, mesmo após o ataque que sofreu, não são descritos seguranças que a protegem, exceto Finn, que desaparece em vários momentos da história, e costuma chegar atrasado quando sua proteção é necessária. Além disso, colocar apenas um garoto de vinte e poucos anos como segurança para alguém que, tecnicamente, é muito importante não parece o suficiente, sendo que, mesmo com seu treinamento, poderia encontrar dificuldade em protegê-la se fosse enviado um grande grupo para atacar, não?

O ambiente no qual sua "espécie" vive não agrada muito, não como em várias outras sagas como Harry Potter, onde o leitor sente desejo de visitar. Parece apenas um condomínio rico comum, sem detalhes diferenciados.

Alguns personagens, como Rhys e Tove, dão uma animada na história e costumam ter um certo carinho entre os leitores, mas os demais parecem não ter nada de muito especial.

Acho que podia ser mais bem explorado o universo onde a história se passa. Mesmo com o tema diferenciado das história dos dias de hoje, ainda foi pouco descoberto, sendo que sua espécie só diferencia da nossa em alguns hábitos e em apresentar alguns poderes.

Não foi um livro que me agradou muito, mas ainda vou comprar os próximos dois volumes para descobrir se esse universo será mais bem explicado e se a história apresentará alguma reviravolta surpreendente.

Imagem: We Heart It

domingo, 22 de junho de 2014

Malévola

Maleficent | via Tumblr

Faz tempo que vejo ótimas críticas ao filme Malévola, e ontem eu finalmente fui assisti-lo. Bom, o que eu posso dizer?

Eu adorei o filme! A Disney está se superando cada vez mais e Malévola é a prova disso. Haviam vários adultos na seção que eu fui e quando o filme terminou a sala inteira começou a aplaudir, ou seja, os adultos adoraram o filme. E achei isso bem legal, pois a Disney tinha uma imagem de ter filmes "bobinhos" e para crianças, mas esse foi um filme bem voltado para adultos também, deixando um pouco de lado essa parte "infantil".

Uma coisa que eu adoro na Disney e em seus filmes são as lições que eles nos deixam, e Malévola não poderia estar fora disso. São várias coisas que podemos aprender vendo o filme, algumas aprendemos enquanto estamos assistindo, mas outras percebemos apenas quando paramos para pensar em tudo o que aconteceu naquelas duas horas de filme.

Eu listei algumas lições que o filme passa (PODE CONTER SPOILER!):

1. O problema são as pessoas. Uma coisa que fica bem clara logo no começo do filme é que o problema do mundo são as pessoas. Não as pessoas em si, mas a ganância, o egoísmo, a sede por poder... E eu fiquei muito triste com isso por ser verdade, mas, por outro lado, eu fiquei feliz que deixaram isso bem marcado no filme, pois os filmes da Disney normalmente colocam monstros, bruxos, etc, como vilões e fazem as "pessoas normais" parecerem boas e perfeitas, o que não é verdade.

2. O verdadeiro amor não vem sempre de um homem. Uma coisa que a Disney começou a mostrar nesses últimos anos (a partir de Valente) foi que uma garota não precisa de um príncipe para salvá-la e que o amor não é sempre de um casal. Malévola mostra bastante disso, não vou contar o porquê, mas quem assistiu sabe o motivo.

3. Coisas que dizemos não podem ser retiradas. O filme mostra uma cena onde podemos prestar bem atenção nesse aspecto, de primeira eu não percebi isso, mas navegando pela internet eu achei essa frase e fiquei feliz por perceber quantas lições podemos tirar desse filme. Uma coisa é verdade, o que dizemos pode ser perdoado, mas não esquecido. Às vezes nos esquecemos disso e achamos que desculpas concertam tudo, mas não é bem assim, e podemos ofender alguém mesmo após as desculpas.


O que eu gostei do filme foi que ele nos conta a versão da Malévola, uma vez que o filme original da Disney a retrata com uma vilã perversa. Eu não entendia o porquê dela amaldiçoar um bebê que nunca fez nada. Seria apenas por ter não ter sido convidada para sua celebração? Isso não parece um bom motivo para amaldiçoar alguém. O filme mostra o porquê dela ter virado má e nos dá uma justificativa mais "razoável" para amaldiçoar Aurora.

Todo o filme nos dá uma história mais real sobre a história da Bela Adormecida. Na versão de seu primeiro filme não ficamos sabendo o quê Malévola é, se não me engano chamam-na de bruxa em alguma cena, mas isso fica mal explicado, uma vez que ela tem chifres, mas não um chapéu pontudo e uma verruga no nariz. Outra coisa mal explicada é sua relação com os pais de Aurora, eles tinham algum passado?; se conheciam?; Malévola explica todos esses detalhes e ainda mostra que vilões não decidem ser maus por razão nenhuma e que, mesmo sendo maus, eles ainda tem sentimentos e conseguem perceber que se enganam também.

Eu realmente recomendo o filme para qualquer um, homem ou mulher, adulto ou criança, para que cada vez mais pessoas passem a entender um pouco mais da vida. Acho que Malévola será um daqueles filmes que a cada vez que assistimos aprendemos algo novo e agradeço muito à Disney por isso. Além disso, o filme tem várias cenas engraçadas e bonitas, que não mostram apenas os problemas e a crueldade do mundo, e isso anima um pouco o filme.

Por último, deixo uma das frases mais marcantes do filme...


segunda-feira, 16 de junho de 2014

Primeiro Teaser de Delírio

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Nessa sexta foi lançado o primeiro trailer oficial da série Delírio, que terá seu primeiro episódio no ar dia 20 desse mês. A série é baseada na saga de mesmo nome de Lauren Oliver. 

Acho que não comentei com vocês, mas eu já li os dois primeiros livros da saga (o terceiro foi lançado apenas mês passado no Brasil) e adorei! Fiquei sabendo que ia virar série e fiquei muito animada, apesar de ficar sabendo que haverá mudanças que eu não esperava, como a mudança de Julian (personagem que aparece no segundo livro).

Para quem ainda não leu o livro, a sinopse é a seguinte:

Muito tempo atrás, não se sabia que o amor é a pior de todas as doenças. Uma vez instalado na corrente sanguínea, não há como contê-lo. Agora a realidade é outra. A ciência já é capaz de erradicá-lo, e o governo obriga que todos os cidadãos sejam curados ao completar dezoito anos. Lena Haloway está entre os jovens que esperam ansiosamente esse dia. Viver sem a doença é viver sem dor: sem arrebatamento, sem euforia, com tranquilidade e segurança. Depois de curada, ela será encaminhada pelo governo para uma faculdade e um marido lhe será designado. Ela nunca mais precisará se preocupar com o passado que assombra sua família. Lena tem plena confiança de que as imposições das autoridades, como a intervenção cirúrgica, o toque de recolher e as patrulhas-surpresa pela cidade, existem para proteger as pessoas. Faltando apenas algumas semanas para o tratamento, porém, o impensado acontece: Lena se apaixona. Os sintomas são bastante conhecidos, não há como se enganar — mas, depois de experimentá-los, ela ainda escolheria a cura?.


Eu estou muito ansiosa para o lançamento do episódio piloto e espero que a série seja muito boa, não precisamente fiel ao livro (cá entre nós, quando se baseia uma série num livro fica difícil ser fiel. Prova disso são as séries Pretty Little Liars e The Vampire Diaries, assim como muitas outras). Os atores parecem muito bons e esperamos que interpretem ótimos personagens!
Alguém aqui já leu Delírio?

Fonte: Sobre Sagas

domingo, 8 de junho de 2014

Resenha - A Culpa é das Estrelas (Filme)

Untitled

Faz um tempo desde que li A Culpa é das Estrelas, até falei sobre o livro aqui, e hoje fui assistir o filme que acabou de estrear nos cinemas. Eu não sou uma grande fã do livro, não achei tão bom quanto as pessoas falaram, mas mesmo assim achei a história super bonitinha e fiquei com vontade de ver o filme, apesar de não estar tão desesperada como algumas meninas que conheço.

Primeiramente quero dizer que adorei as escolhas dos atores. Quando vi que o Ansel ia fazer o Gus não fiquei muito animada, não era nada parecido com o que eu tinha imaginado, mas tenho dizer que adorei a forma que ele deu vida à Augustos e até preferi o Gus do filme do que o do livro. Eu não apostava muito na Shailene, mas tenho que dizer que também adorei ela como a Hazel, foi bem parecido com o que eu imaginava.

Eu achei o filme muito bom, foi bem fiel ao livro. No livro tem várias partes repetitivas, meio cansativas, mas no filme essas partes foram encurtadas, apesar de não cortadas, o que deixa o filme mais interessante e menos tedioso. São várias cenas engraçadas que fizeram o cinema todo rir, e isso foi legal porque um filme que é triste e dramático, apesar de romântico, fica mais real e bonito.

Eu chorei, não tanto, mas mais do que pensei que choraria. Acho que pelo livro ser mais detalhado é mais fácil chorar lendo do que assistindo ao filme, na verdade, acho que chorei mais por lembrar do livro do que pelas cenas do filme em si.

A conclusão é: ASSITA AO FILME "A CULPA É DAS ESTRELAS"! Mas, se você ainda não leu o livro, primeiro leia, pois assim você tem uma ideia melhor de toda a história e sobre cada personagem, te conectando mais nesse mundo.

Imagem: We Heart It